Posso perder o Bolsa Família caso não vote? Atenção especial para os NIS finalizados em 1, 3, 5, 7, 9 e 0.


Saiba se votar é uma obrigação para beneficiários do Bolsa Família e se governo pode bloquear benefício de quem não for às urnas

As eleições estão se aproximando, e muitos beneficiários do Bolsa Família estão preocupados com a possibilidade de não comparecerem às urnas.

O medo de perder o benefício por não votar é uma questão que preocupa todos aqueles que dependem do principal auxílio do Governo Federal.

A relação entre o programa de transferência de renda e a obrigatoriedade do voto tem regras que nem todos conhecem. Isso leva aos diversos NIS buscarem respostas sobre como a situação prejudica o recebimento do Bolsa Família em outubro.

## Voto é um direito do cidadão, mas é obrigação também?



O voto é um direito e um dever do cidadão brasileiro, essencial para a democracia. No entanto, existem situações em que um eleitor pode não conseguir comparecer às urnas no dia da eleição.

Nesses casos, é importante entender a importância de justificar a ausência, uma vez que a falta de justificativa pode acarretar restrições no CPF do eleitor. Sendo assim, conhecer os procedimentos para essa justificativa é fundamental para evitar complicações futuras.

Quando um eleitor não comparece às urnas, ele deve justificar sua ausência dentro do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral.

A justificativa deve ser simples, geralmente por meio de um formulário específico que deve ser preenchido e entregue no cartório eleitoral ou por meio de um sistema online disponibilizado pelo TRE da sua região.

Portanto, é fundamental que o eleitor faça essa justificativa o mais rápido possível após a eleição, para fugir de qualquer problema e evitar possíveis penalizações.

## Quem não votar pode perder o Bolsa Família?

As consequências de não justificar a ausência podem ser enormes. Entre as restrições, está a possibilidade de ter o CPF bloqueado, o que pode dificultar o acesso a serviços essenciais, como a obtenção de crédito e a realização de diversas transações financeiras.



Além disso, o eleitor pode enfrentar dificuldades para tirar passaporte, assumir cargos públicos e até mesmo obter algumas certidões. Assim, a justificativa é um passo importante para garantir que o cidadão mantenha seus direitos e evite complicações administrativas.

Existem diversas razões que podem levar um eleitor a não comparecer à votação. Problemas de saúde, compromissos inadiáveis ou até mesmo situações de emergência são exemplos que podem justificar a ausência.

Diante disso, é necessário que o eleitor apresente documentos que comprovem a sua situação, como atestados médicos ou comprovantes de viagem, para que sua justificativa seja aceita. Vale lembrar que o cidadão tem até 60 dias após a eleição para formalizar o argumento, mas não deixe para depois.

Então, por mais que o governo não bloqueie diretamente o Bolsa Família de quem não votar, a justificativa é importante exatamente por esse motivo. Afinal, quem não justificar sua ausência nas Eleições pode sofrer restrições no CPF e, consequentemente, perder o direito ao auxílio.

Perguntas Frequentes

1. Posso perder meu Bolsa Família se não votar?
Se você não votar e não justificar a ausência, corre o risco de ter seu CPF bloqueado e enfrentar restrições em diversos serviços.

2. Como posso justificar minha ausência nas eleições?
Para justificar sua ausência, você deve preencher um formulário específico e entregá-lo no cartório eleitoral ou utilizar o sistema online disponibilizado pelo TRE da sua região.

3. Existe um prazo para justificar a ausência?
Sim, o eleitor tem até 60 dias após a eleição para formalizar a justificativa e evitar possíveis penalizações.

4. Quais documentos devo apresentar para justificar minha ausência?
Documentos como atestados médicos, comprovantes de viagem ou qualquer outro que comprove a sua situação podem ser utilizados para justificar a ausência nas eleições.

5. O que acontece se eu não justificar minha ausência nas urnas?
Se você não justificar sua ausência, corre o risco de ter restrições no CPF, o que pode dificultar o acesso a serviços essenciais e até mesmo resultar na perda do benefício do Bolsa Família.





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